Em Vitória, Isabella Mariano lança 2º livro de poemas em agosto - Kultme Alternativa Cultural

Em Vitória, Isabella Mariano lança 2º livro de poemas em agosto

Isabella Mariano: aos 23 anos, 2º livro

Isabella Mariano: aos 23 anos, 2º livro

Um ano e oito meses após o lançamento de seu primeiro livro, a escritora e jornalista Isabella Mariano, 23 anos, se prepara para publicar sua segunda obra. Cortes Lentos  (Editora Pedregulho) será lançado dia 6 de agosto, a partir das 19h, na Kaffa Cafeteria, em Vitória. Com 59 poemas, o livro é resultado de uma saudade – nasceu do luto, das alegrias e tristezas que envolvem esse processo.

Diferente de seu primeiro trabalho, gotas (2013), o novo livro aborda com maior intensidade a dor e a existência humana de forma geral, talhando os versos de maneira mais intimista. Mas, como no primeiro livro, Isabella continua não se apegando a regras gramaticais e evita o uso de maiúsculas nos textos.

Cortes Lentos foi escrito em memória de Saulo Ferreira Tavares, que faleceu em fevereiro deste ano e era grande amigo de Isabella. A ilustração de capa, por sinal, é de autoria de Saulo, e o livro tem prefácio de Juane Vaillant.

Nova editora
Assim como Isabella, é jovem a editora pela qual ela publica. A Pedregulho foi fundada em 2013, em Vitória, e tem como objetivo publicar literatura de qualidade e auxiliar autores no lançamento de suas primeiras obras. Com seus dois anos de mercado, já soma dez livros em catálogo.

Serviço

  • Lançamento do livro de poemas “Cortes Lentos”, de Isabella Mariano
  • Quando: 6 de agosto de 2015 a partir das 19h
  • Onde: Kaffa Cafeteria (Rua Darci Grijó, 50 – Lojas 3 e 4 – Jardim da Penha, Vitória)
  • No dia, o livro será vendido a R$20.

Saiba Mais

 

Leia um dos poemas de Cortes Lentos

o grande mestre me falou em versos
sobre um amanhecer mais sombrio que a noite
à época, sorria abestalhada
feito moça apaixonada
e andava com o livro de carlos
como quem anda com uma bíblia debaixo dos braços
mas que trágico fim levei, afinal!
dia desses, pude ver
o que o poeta escrevera, enfim
era mesmo real

 

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